Neste mês, curiosamente, ouvi uma conversa interessante, entre duas pessoas, na fila do supermercado. Uma delas relatou seguir criteriosamente os tratamentos médicos, fazer acompanhamento psicoterapêutico, ser assídua nas atividades da igreja e, mesmo assim, nada mudar na vida dela, pois continua ansiosa e agitada.

A fila estava grande, a conversa fluía e os casos tinham aspectos em comum: críticas a pessoas, comentários pejorativos e muita reclamação.

Relato, aqui, um recorte muito pequeno de uma conversa entre duas pessoas que não conheço, mas serve como o exemplo do tema trabalhado em julho.

Além da importância de dedicarmos especial atenção ao pacote do autoamor (alimentação saudável, prática de atividade física, acompanhamento médico e psicológico e meditação como ferramenta de apoio) é imprescindível observar a qualidade dos nossos pensamentos, pois eles se tornam palavras que se transformam em ações repetitivas.

Reclamar muito, falar mal dos outros, colocar a culpa de nossos erros em outra pessoa, criticar o trabalho de alguém, ficar dando opinião de mais na vida dos outros, como se fosse especialista em tudo, são questões que mudam significativamente a nossa vibração e nos afastam da sintonia do bem; da luz.

Os pensamentos desordenados, a respiração ofegante e a mente desorganizada trazem tumulto à nossa vida. E não há medicamento ou psicólogo/psicanalista no mundo que consiga garantir a paz a uma pessoa que está sempre em meio ao caos.

Além disso, em se tratando das questões energéticas, todo esse quadro interfere, também, na harmonia dos ambientes. Nossas casas, ambientes de trabalho e veículos também refletem a nossa sintonia.

Precisamos, sempre, avaliar a qualidade dos nossos pensamentos, palavras e atitudes. Quanto mais leveza e positividade emitirmos, mais facilmente conseguiremos nos conectar aos seres de luz e manter a harmonia nos ambientes. A paz depende de nós.

Image by Avi Chomotovski from Pixabay

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